A transição do Ensino Fundamental I para o Ensino Fundamental II, que ocorre na mudança do 5º para o 6º ano, representa um dos momentos de maior evasão nas escolas privadas do Brasil. À medida que as famílias encerram essa etapa, os gestores escolares enfrentam o desafio de reter os estudantes diante da mudança de rotina e do aumento na exigência acadêmica. Para evitar a evasão e manter o engajamento no aprendizado, as instituições precisam estruturar uma continuidade pedagógica sólida, alinhando um posicionamento claro a um programa educacional que acompanhe o desenvolvimento do aluno.
O choque da transição de ciclo e o desafio da retenção
A passagem para o Fundamental II traz uma alteração profunda no cotidiano escolar. O ambiente concentrado em poucas figuras docentes dá lugar a uma dinâmica com múltiplos professores, conteúdos mais complexos e maior cobrança por organização pessoal. É nesse ponto de virada que muitas famílias consideram a troca de instituição, buscando propostas que convergem com as novas necessidades dos filhos.
Sobre essa vulnerabilidade na retenção de alunos, a CEO do Twice, Maria Cláudia Amaro ressalta a importância da clareza estratégica por parte das instituições:
“Do ponto de vista da gestão escolar, evitar a perda de alunos nas transições entre os ciclos exige conhecer profundamente o público atendido e compreender suas necessidades. Cada escola tem um perfil próprio e não pode atender a todas as expectativas. Por isso, é fundamental definir um posicionamento coerente com sua realidade e com as famílias que deseja acolher.”
A progressão bilíngue como fator de permanência
No ensino de língua inglesa, a retenção dos estudantes no Fundamental II depende de um projeto que proporcione evolução real sem gerar rupturas ou desinteresse. Formatos repetitivos ou exclusivamente gramaticais tendem a afastar o aluno que inicia a pré-adolescência e busca maior aplicabilidade do que aprende.
A metodologia do Twice atua nessa fase mantendo a estrutura da dupla exposição: os conteúdos curriculares são trabalhados em português e expandidos em inglês. Esse formato garante que a aprendizagem do idioma avance de forma integrada às disciplinas escolares, estimulando a autonomia de estudo e o raciocínio crítico. Ao oferecer um caminho de evolução perceptível e alinhado ao rigor acadêmico, a escola demonstra consistência no seu projeto pedagógico e assegura a permanência dos alunos até o encerramento da Educação Básica.

