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As metodologias ativas são conhecidas como formas eficientes de aprendizagem em todos os níveis educacionais. Inclusive nos primeiros anos da formação escolar. O principal é tornar o aluno protagonista e participante ativo da construção do próprio saber, o que estimula o desenvolvimento de uma maior responsabilidade no processo. Entretanto, a aplicação dos métodos muitas vezes não é regra entre as instituições.

Assim como acontece nas escolas tradicionais, aplicar metodologias ativas no ensino bilíngue ainda é um desafio a muitos professores – mesmo que se revele benéfica para a trajetória de aprendizagem. 

Como se sabe, existe hoje um consenso de que os alunos aprendem melhor quando são ensinados de maneira prática. Daí a importância do emprego de metodologias mais eficazes no ensino bilíngue, justamente como aquelas que tomam como base projetos e problemas.

Como ensinar uma segunda língua

base da aprendizagem no ensino bilíngue se assemelha à tradicional. Ou seja, os professores precisam organizar e apresentar uma aula eficaz. A diferença está no fato de que o docente bilíngue deve ir além, abordando o conteúdo em inglês. Para tanto, é necessário possuir um bom nível de proficiência no idioma e ensiná-lo de maneira gradual. É diferente do que acontece quando a educação envolve apenas o português. Nela, o professor abrange determinada temática uma única vez, e os alunos aprendem com mais rapidez.

Uma das atribuições do ensino por meio de metodologias ativas, principalmente quando envolve a aprendizagem baseada em projetos (ABP), é o engajamento do aluno na atividade. Para tanto, é fundamental que o projeto, independentemente da disciplina, integre a linguagem. Aqui, se não houver a adesão do inglês, os alunos tendem a falar somente em português.

Cabe ressaltar que não é sempre que o docente deve valer-se de projetos de metodologias ativas em aula. Até porque o ensino bilíngue precisa desenvolver escrita, leitura e explicação. Logo, as aulas expositivas, características da educação tradicional, mantêm sua importância – até porque não se pode exigir de um aluno a aplicação de um conhecimento sem que ele conheça a teoria necessária para executar a tarefa.

Desafios no ensino bilíngue

Muitos professores enfrentam dificuldades para identificar corretamente as fases do processo de aprendizagem. Inclusive porque compete ao docente controlar esse desenvolvimento. O detalhe é que as crianças precisam ganhar autonomia.

Se os alunos possuem os conhecimentos necessários para executar um determinado projeto, deverão ter liberdade para aplicar esse conhecimento em um problema real. O plano, nesse caso, exige que projeto elaborado conquiste a atenção dos alunos – o que resultará em um maior nível de engajamento.

Para auxiliar educadores a compreenderem a aplicação de metodologias ativas em sala de aula, a Rhyzos Educação (detentora da marca Twice), em parceria com a Faber Castell, Disal e Dreamshaper, promove a 1ª Jornada Criativa Rhyzos Educação nos dias 25, 26, 27 e 28 de outubro. O evento, que será gratuito e online, tem como objetivo reunir profissionais da área educacional atuantes no ensino básico para compartilharem práticas e experiências.

Assuntos como design thinkingcultura maker, desenvolvimento de competências socioemocionais, aprendizagem baseada em projetos e aprendizagem baseada em problemas também estarão em pauta. A 1ª Jornada Criativa Rhyzos Educação será transmitida pelo canal da Rhyzos Educação no YouTube.